domingo, 11 de maio de 2014

51º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES


                                                                                                                                          
Hora Santa Vocacional

     “Vocações, testemunho da verdade”

 

Dirigente: Neste tempo pascal, com muita alegria, abrimos o nosso

coração para rezarmos por todas as vocações. Junto com nossa Mãe Igreja,

queremos trazer presente as vocações sacerdotais e religiosas. O Papa Francisco nos convida a reconhecer nas vocações um alegre testemunho da verdade, nascidas do coração de Deus e germinadas na terra boa do povo fiel, na experiência do amor fraterno. Reconhecendo que as vocações vêm de Deus e são em favor de seu povo, coloquemo-nos com gratidão diante do Senhor Jesus, presente na Santíssima Eucaristia e imploremos, com ardor, muitos e santos operários para a Sua messe.

Exposição do Santíssimo Sacramento

 

Dirigente: Senhor Jesus, animados pela vossa ressurreição e reconhecendo que sois o Bom Pastor que dá a vida pelas suas ovelhas, nos colocamos, mais uma vez em vossa presença e vos pedimos que não nos deixeis desamparados. Continuai, Senhor, em vossa bondade, a chamar pessoas que, a vosso exemplo, queiram conduzir o rebanho que o Pai vos confiou.

Todos: Senhor Deus, queremos alcançar verdes pastagens, onde nos alegraremos na companhia dos cidadãos dos céus. Que a própria alegria dos bem aventurados nos estimule. Que os nossos corações se voltem para vós. Que a nossa fé seja revigorada no teu amor e o nosso desejo seja direcionado para as coisas do céu.

Canto: Adorai, adorai, adorai, o Deus supremo e criador. (Bis).  O Deus que fez o céu, a terra, o mar, você e eu, adorai o Deus de amor!

 

Dirigente: O Santo Padre, em sua carta, por ocasião da 51º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, fala-nos das vocações como doms que nascem do coração amoroso de Deus.

Leitor 1: Jesus afirma que “a messe é grande”. Quem trabalhou para que houvesse tal resultado? A resposta é uma só: Deus. evidentemente, o campo de que fala Jesus é a humanidade, somos nós. E a ação eficaz, que é causa de “muito fruto”, deve-se à graça de Deus, à comunhão com Ele.

Canto: Por onde formos também nós que brilhe a tua luz. Fala, Senhor na nossa voz, em nossa vida. Nosso caminho então conduz, queremos ser assim. Que o pão da vida nos revigore no nosso “sim”.

Leitor 2: A oração que Jesus pede à Igreja, relaciona-se com o pedido de aumentar o número daqueles que estão ao serviço do seu Reino. São Paulo, que foi um destes “colaboradores de Deus”, trabalhou incansavelmente pela causa do Evangelho e da Igreja. Com a consciência de quem experimentou, pessoalmente, a vontade salvífica de Deus e como a iniciativa da graça está na origem de toda a vocação, o apóstolo recorda aos cristãos de Corinto: “Vós sois o terreno de cultivo de Deus” (Cf. 1 Cor 3,9).

Leitor 3: Do íntimo do nosso coração, brota, primeiro a admiração por uma messe grande que só Deus pode conceder; depois, a gratidão por um amor que sempre nos precede; e, por fim, a adoração pela obra realizada por Ele, que requer a nossa livre adesão para agir com Ele e por Ele.

Canto: Por onde formos, também nós, que brilhe a tua luz...

Leitor 4: A vocação é um fruto que amadurece no terreno bem cultivado do amor uns aos outros que se faz serviço recíproco, no contexto duma vida eclesial autêntica. Nenhuma vocação nasce por si, nem vive para si. A vocação brota do coração de Deus e germina na terra boa do povo fiel, na experiência do amor fraterno. Porventura não disse Jesus que “por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros” ? (Jo 13,35).

Canto: Por onde formos....

 

Dirigente:  Adoremos Cristo no íntimo dos nossos corações ( 1 Pd 3,15), e deixemo-nos  alcançar pelo impulso da graça contido na semente da Palavra, que deve crescer em nós e transformar-se em serviço concreto ao próximo. Abramos  nossos corações para ouvir e seguir Jesus, e deixar-nos transformar interiormente pelas suas palavras que  “são espírito e vida” (Jo 6,63).

 

 

Canto:

Evangelho:  Jo 10,11-16    ( Momento de silêncio e de partilha)

 

Dirigente: O Santo Padre nos convida a reconhecer o forte vínculo que existe entre Deus e nós, unindo-nos a ele de forma muito estreita e particular.

Leitor 5: nós somos “domínio” de Deus, não no sentido de uma posse que nos torna escravos, mas de um vínculo forte que nos une a Deus e entre nós, segundo um pacto de aliança que permanece para sempre, “porque o seu amor é eterno”.

Todos: Nenhuma vocação nasce por si, nem vive para si.

Leitor 6: Tudo provém d’Ele e é dádiva sua: o mundo, a vida, a morte, o presente, o futuro, mas – tranquiliza-nos o apóstolo – “Vós sois de Cristo e Cristo é de Deus” (‘Cor 3,13). Aqui temos explicada a modalidade de pertença a Deus: através da relação única e pessoal com Jesus que oBatismo nos conferiu desde o início do nosso renascimento para a vida nova.

Todos: Nenhuma vocação nasce por si, nem vive para si.

Leitor 7: É Cristo que nos interpela continuamente com a sua Palavra, pedindo para termos confiança n’Ele, amando-o “com todo o coração, com todo o entendimento, com todas as forças” (Mc 12,33). Embora na pluralidade das estradas, toda a vocação exige sempre um êxodo de si mesmo para centrar a própria existência em Cristo e no seu Evangelho. Quer na vida conjugal, quer nas formas de consagração, quer ainda na vida sacerdotal, é necessário superar os modos de pensar e de agir que não estão  conformes com a vontade de Deus.

Todos: Nenhuma vocação nasce por si, nem vive para si.

Leitor 8: Não devemos ter medo: Deus acompanha, com paixão e perícia, a obra saída das suas mãos, em cada estação da vida. Ele nunca nos abandona! Tem a peito a realização do seu projeto sobre nós, mas pretende consegui-lo contando com a nossa adesão e a nossa colaboração. Também hoje Jesus vive e caminha nas nossas realidades da vida ordinária, para se aproximar de todos, a começar pelos últimos, e nos curar das nossas enfermidades e doenças.

Canto:

 

Dirigente: “Quanto mais soubermos unir-nos a Jesus pela oração, a Sagrada Escritura, a Eucaristia, os Sacramentos celebrados e vividos na Igreja, pela fraternidade vivida, tanto mais há de crescer em nós a alegria de colaborar com Deus no serviço do Reino de misericórdia e verdade, de justiça e paz”.  Na esperança viva de estarmos próximos ao Senhor, unamos os nossos corações ao seu coração e manifestemos a nossa confiança em seu pastoreio. Confiantes na proteção do Bom Pastor, invoquemos a Deus, nosso Pai, que ressuscitou Jesus Cristo e o exaltou , e peçamos:

Todos: Protegei o vosso povo, Senhor, pela glória de Cristo!

1.                       Pai Santo, que pela vitória da cruz glorificastes Jesus sobre a terra, atraí para Ele todas as coisas. Rezemos ao Senhor.

2.                       Por vosso Filho glorificado, enviai, Senhor, sobre a Igreja o Espírito Santo, para que ela seja sinal de unidade para todo o gênero humano.

3.                       Conservai na fé do seu batismo a vossa família, que fizestes renascer pela água e pelo Espírito Santo, para que alcance a vida eterna.

4.                       Por vosso filho glorificado, daí alegria aos infelizes, libertai os prisioneiros, curai os doentes e estendei à humanidade inteira os benefícios da vossa redenção.

5.                       Abençoai todas as mães, acompanhai-as na sublima missão de introduzir seus filhos na fé e fazer do seu lar uma igreja doméstica.

6.                       Que o Espírito Santo nos ilumine para nos dispormos a fazer de nosso coração uma “boa terra”, a fim de ouvir, acolher e viver a Palavra e, assim, dar fruto. 

7.                       Aos nossos irmãos e irmãs falecidos, parentes, benfeitores, amigos, que receberam na terra o Corpo e o Sangue de Cristo, dai-lhes a glória da ressurreição no último dia. Rezemos ao Senhor.

Dirigente: Lembrai-vos de nós, Senhor, quando vierdes de novo em vossa glória e ensina-nos a dizer: Pai Nosso...

 

Canto: Tão sublime Sacramento

Oração vocacional:  “Senhor da messe e pastor do rebanho, faz ressoar em nossos ouvidos teu forte e suave convite: “Vem e segue-me”! Derrama sobre nós o teu Espírito, que Ele nos dê sabedoria para ver o caminho e generosidade para seguir tua voz. Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta nossas comunidades para a missão. Ensina nossa vida a ser serviço. Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino, na vida consagrada e religiosa. Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores. Sustenta a fidelidade de nossos bispos, padres e ministros. Dá perseverança a nossos seminaristas. Desperta o coração de nossos jovens para o ministério pastoral em tua Igreja. Senhor da messe e pastor do rebanho, chama-nos para o serviço de teu povo. Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, ajuda-nos a responder SIM. Amém.

 

Dirigente: Que o Senhor todos poderoso nos abençoe, nos livre de todo o mal, e nos conduza à vida eterna. Amém.

 

 

 

domingo, 16 de março de 2014

PARTILHA DE CARISMAS


PARTILHA DE CARISMAS


O que significa  "partilhar o carisma"? Podemos  descrever a Partilha de carismas em  suas várias dimensões:

1. Certa espiritualidade. Num primeiro momento fala-se de partilhar com os leigos alguns aspectos da espiritualidade do Instituto, talvez aqueles que poderiam ajudar ao melhor cumprimento das tarefas da missão.

2. O espírito do Instituto. Depois fala-se de que os leigos vêm participar "no espírito do Instituto". Ainda que não se saiba exactamente o que significa isto, tem sem dúvida, um carácter mais global do que o anterior. Mas o Instituto continua a ocupar o centro: os leigos vêm a nós, não nós a eles. "Nós" continuamos no nosso posto e a nossa vida não resulta especialmente afectada pela sua chegada, e alguns de nós acompanham os leigos na aquisição do espírito do Instituto.

A este nível os leigos descobrem já que o Fundador ou Fundadora do Instituto é também sua Fundador/a, porque lhes mostra um modo especial de ver a vida e de viver a missão. E é esta experiência que nos impele ao passo seguinte.

3. Carismas da Igreja. O salto mais decisivo na evolução produz-se quando começamos a assumir que o carisma do Instituto, ou mais amplamente, os carismas funcionais pertencem à Igreja. O passo é difícil: tem que se separar o conceito "carisma funcional" do conceito "projecto de vida religiosa" (ou se se quiser, "carisma de vida religiosa". E isto mesmo nem sempre está claro, pois a forma jurídica ou canónica em que se concretizou ese projecto nem sempre reflecte fielmente a intuição do Fundador/a, devido à intransigência ou incompreensão da hierarquia ou dos canonistas). Então começa-se a reconhecer o carisma funcional como um "caminho para viver o evangelho" ou "modo global de viver o Baptismo", que se pode concretizar em diferentes formas de vida cristã.

É a este nível que realmente começamos a falar de "partilhar o carisma". Descobrimos o carisma funcional como lugar de encontro de religiosos e leigos, como convocatória para viver a comunhão para a missão, através de diferentes identidades cristãs. Assim é como começa o novo modelo de "Família carismática", de acordo com a Igreja-comunhão, entendida como "comunhão de comunidades".

4. Carismas para o Reino. O passo anterior tem ainda outra ampliação, quando compreendemos que, se o Espírito não ficar encerrado nas fronteiras institucionais da Igreja, tão-pouco o ficam os seus carismas. Os carismas funcionais aspiram a servir todo o Reino de Deus. São efectivamente "caminhos de Evangelho", e o Evangelho expande-se também nas "semina Verbi" ou "sementes da Palavra" (Ad gentes 11.2; 15.1), que estão presentes em todas as culturas e religiões, e conecta com muitas expressões humanas e religiosas para além da Igreja Católica e das Igrejas cristãs.

Através desta experiência as Famílias carismáticas começam a sua abertura para incluir pessoas de outras religiões (inclusive não-cristãs) que se reconhecem convocadas com esse mesmo carisma que elas identificam com o Fundador/a, porque é para elas um caminho para viver mais a fundo a sua própria religião e o seu compromisso com a humanidade".    Antônio botana, fsc
                                                                                                         

 




 
 

No final do ano passado, houve un Encontro Nacional sobre a Partilha de Carismas, promovido conjuntamente pela CNBB e CRB. Representantes de cada regional, contemplando os grupos de reflexão envolvendo a parceria de leigos e religiosos(as), estiveram presentes.
Deste encontro surgiu a iniciativa do SEMINÁRIO INTER REGIONAL a ser realizado em todo o Brasil. Os participantes desse encontro nacional ficaram com a tarefa de articulação deste evento.
Assim, foi programada a:
1. REUNIÃO EM PREPARAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO SEMINÁRIO INTER REGIONAL - 2015
No dia 14 de março de 2014, reuniram-se na Sede da CRB/POA, representantes da Diretoria da CRB regional de Florianópolis e de Porto Alegre, ( A Diretoria da Regional do Paraná justificou sua ausência),  juntamente com alguns representantes de associações leigas, que representam as parcerias junto às Congregações. Leigos que abraçaram o Carisma e que são atuantes nas Instituições da qual fazem parte. 
Participantes:
Irmão Edgard - lassalista - coordenador da CRB/POA; Pe. Benildo - Servos dos pobres
Ir. Elise - DP ;  Ir. Janaina Clara Nazário - Diretoria da CRB/Florianópolis;  Irmão Paulo - marista;
Pe. Adair Pasini - Coordenador de núcleo da Diocese de Criciúma;   Rita;    Alair - marista;
Marlise - leiga - mensageira da Divina Providência; Olga - Missionária de Jesus Crucificado;
Edson - leigo marista.

A reunião teve início às 9h e foi concluída às 16h30min.

a CRB Nacional vem refletindo sobre a parceria com os leigos na vivência do Carisma das Congregações religiosas. Já aconteceram vários Seminários a nível nacional e regional, desde  2001 a 2013.
Desde o primeiro seminário até o último houve uma caminhada muito bonita de abertura, partilha e  superação do medo da integração dos leigos na vivência do Carisma. Os leigos têm dentro de si o desejo de serem divulgadores da espiritualidade que eles vivem na Congregação. É necessário ajuda-los, orientá-los, capacitá-los e conceder-lhes funções e competências neste campo.
Próximo SEMINÁRIO:

TEMA DO SEMINÁRIO: A MISSÃO DAS ASSOCIAÇÕES LAICAIS NA VIVÊNCIA DOS CARISMAS DAS CONGREGAÇÕES RELIGIOSAS FRENTE AOS DESAFIOS ATUAIS.
DATA:  16-17/05/2015
LOCAL: Cecrei - São Leopoldo - RS
 
Este Seminário acontecerá também em outros lugares, a nivel Inter regional:
- Centro Oeste: 23-25/05/2015  - anápoles - GO
- Sudeste: 14-16/11/2015

OBJETIVOS:
  • Articular as Associações nascidas dos carismas das Congregações;
  • inserir as associações na reflexão sobre os leigos e leigas que acontecerá neste ano, na Igreja do Brasil.
Neste ano a Assembleia Nacional da CNBB terá como tema prioritário "LEIGOS' e produzirá um documento que será objeto de estudos e propostas de emendas durante este ano.

Acompanhemos com atenção e fomentemos entre nós, em nossa Congregação esta caminhada tão bela de parceria com os leigos, na Família Beneditina.
 
Ir. Janaina Clara Nazário
Coordendora geral do SAV
Província "Mãe da Divina Providência




quarta-feira, 12 de março de 2014

XXIII AGE - ASSEMBLEIA ELETIVA DA CRB NACIONAL -

 
PERMANECE CONOSCO - Lc 24
 
Brasília - 15-19/07/2013
 


ABORDANDO ALGUNS TEMAS DO ENCONTRO


EVANGELIZAÇÃO DA JUVENTUDE  - LINHAS DE AÇÃO

                                                                                                       Documento 85  
 
Dom Eduardo Pinheiro
  
Queremos recordar e fortalecer aquilo que o Doc 85 registrou no seu 3º. Capítulo.
 
 LINHAS DE AÇÃO

 1ª. LINHA DE AÇÃO: FORMAÇÃO INTEGRAL DO DISCÍPULO MISSIONÁRIO:
área humana, espiritual, pastoral humana intelectual, comunitária, missionária.
- a formação integral deve aparecer em todos os nossos espaços.
- Projeto pessoal de vida. Como ajudar os jovens a refletirem sobre o sentido da vida e a resposta que devem dar à própria existência.
- discernimento vocacional

- educação para o amor (afetividade e sexualidade)

2ª. LINHA DE AÇÃO: ESPIRITUALIDADE
- oração pessoal e comunitária
- missa dominical
- vivência comunitária
- lectio divina
- vivência dos sacramentos
- devoção à Nossa Senhora
- Leituras e reflexões
- subsídios sobre os modelos de vida
- encontros espirituais, cursos, retiros, jornadas.
- discernimento vocacional

 3ª. LINHA DE AÇÃO: PEDAGOGIA DA FORMAÇÃO
- Grupos juvenis – não queremos ter apenas eventos
- organizar eventos de massa – o jovem se sente empolgado
- valorizar as expressões culturais juvenis- que se valorize a dança, música, esporte, grafite, poesia, tudo o que possa atrair, envolver e formar.
- organizar a pastoral de adolescentes.
- envolvimento do jovem na comunidade
- prática do voluntariado
- capacidade de líderes na pedagogia de Jesus
- hábito de leitura

4ª. LINHA – DISCÍPULOS (AS) PARA A MISSÃO
Estimular o espírito missionário
·         Ajudar a se tornarem missionários
·         Consciência missionária na sociedade, cidadania
·         Apóstolos de outros jovens

5ª. LINHA – ESTRUTURAS DE ACOMPANHAMENTO
Evangelização não é só discurso. Temos que ter espaços, pessoas, investimentos.
Fortalecer as estruturas e organizações.
- ESTRUTURAS ORGANIZATIVAS:
As estruturas ajudam o jovem a se formar enquanto líderes.
Dar condições aos jovens para sua formação, para a formação de assessores. A estrutura deve ser formativa.
ORGANIZAÇÃO DO SETOR DIOCESANO DA JUVENTUDE

6ª. LINHA: MINISTÉRIO DA ASSESSORIA
Não basta a boa vontade do jovem. É preciso ter alguém que acompanhe. Tudo morre por falta de acompanhantes.
- escolher bem os assessores
- investimento na formação dos assessores
- Atenção aos mais novos
- pensar equipe de assessores
- liberação o quanto possível
- permanência – não trocar com frequência.  Os jovens se apegam, confiam, criam laços de amizade.
205  - “É preciso resgatar no coração de todos a paixão pela juventude”.

7ª. LINHA: DIÁLOGO, FÉ E RAZÃO
É uma preocupação essa presença pastoral evangelizadora no mundo universitário, ajudando dar razão à própria fé.

Estar presente não só como trabalhos pastorais, mas como pessoas formadoras de opinião.
- dar razão da sua esperança
- grupos, retiros, sacramentos, reflexão.
Materiais de reflexão: fé – razão
- Pastoral na universidade
- Universidade em pastoral
- formação de assessores próprios para Universidade
- Equipes ecumênicas
- Juventude como lugar teológico
- Luzes aos desafios juvenis
- Espírito missionário dos universitários.

8ª. LINHA – DIREITO À VIDA
Garantir vida digna aos jovens:
- lideranças por meio da arte
- Jovem: defender a vida desde a concepção natural até a morte natural, lutando contra o aborto..

ENCONTRO NACIONAL DE REVITALIAÇÃO DA JUVENTUDE


Nos dias 11-15 de dezembro de 2013,os  membros da Comissão Regional da Pastoral Juvenil do Estado de Santa Catarina: Pe. Willian, Ir. Janaina, Pe. Cattoni, Uillian e Larissa, participaram do ECONTRO NACIONAL DE REVITALIZAÇÃO DA JUVENTUDE, em Brasília, com o tema: IDE, SEM MEDO PARA SERVIR"
Durante o encontro foram abordados vários assuntos importantes, tais como:

PRIMEIRO DIA( 12/12) : O CAMPO DA FÉ
1. “O kairós a favor da juventude”
2. "Realidade Juvenil"
3. “Missão Eclesial junto aos jovens: avanços e desafios”

 SEGUNDO DIA (13/12): SEMENTES A SEREM LANÇADAS   
1. “Abordagem eclesiológica”
2. “A igreja no Brasil e os jovens”
3. Síntese das ideias centrais dos documentos
4. “Os 4 pilares da Evangelização da juventude” :
  - Verdade sobre a Igreja
  - Verdade sobre Jesus Cristo,
  - Verdade sobre a sociedade
  - capacitação técnica
“As 8 linhas de ação: Pesquisa 2012”
Celebração Eucarística – Presidente: Núncio Apostólico

TERCEIRO  DIA (14/12) FRUTOS A SEREM COLHIDOS.
1. O  caminho percorrido
2. “Destaques pessoais dos desafios e ideias principais”
3. Pistas de ação em nível nacional e regional
4. “Pistas de ação para as Expressões juvenis” (grupos)
Celebração Eucarística: Presidente: Dom Bernardino (Dino)

  QUARTO DIA (15/12)  - CONCLUSÃO
 Celebração Eucarística : Presidente: Dom Eduardo Pinheiro

sábado, 16 de novembro de 2013

ENCONTRO DA PASTORAL JUVENIL DO REGIONAL SUL 4

ENCONTRO DA PASTORAL JUVENIL 

Aconteceu em Governador Celso Ramos no CEAR,   nos dias 8, 9 e 10 de novembro, o Encontro Regional da Pastoral Juvenil do Estado de Santa Catarina. Estiveram presentes os coordenadores de jovens e os assessores das diversas expressões juvenis do nosso regional. A comissão provisória da Pastoral Juvenil Regional, composta por: Pe. Willian Viana, (Setor Universidade), Uilian Dalpiz (PJ),  Ir. Janaina Clara Nazario, Congregações Religiosas), Larissa (Novas Comunidades), Emmy ( Movimentos) , foram os organizadores desse encontro. 

Representantes das Congregações Religiosas 

 

Ir. Janaina, Irmãs Beneditinas da Divina Providência (Nova Veneza)
 Silvia - Irmãs do Apostolado Paroquial (Lages) 
Ir. Marciana Feitosa - Filhas da Caridade Canossianas (Joinville)
Ir. Nazaré Dutra - Canossianas ( Joinville) 
Ir. Wanderleia Dalla Costa - Salvatorianas (Lages)
Ir. Rosane Padova - Caçador
Deivid Freitas - Rogacionistas
Bruna Campos - Rogacionista
Maikel Mronqui - Marista

Thayse - Marista

Seminário Regional da CF 2014

                                                 


                                Seminário Regional da Campanha da Fraternidade 2014

Fortalecer e integrar a rede “Um grito pela vida”, da Conferência dos Religiosos do Brasil, que combate o tráfico de pessoas, é uma das propostas do Seminário Regional da Campanha da Fraternidade 2014 da CNBB Regional Sul 4. Ao todo, 52 pessoas de oito dioceses catarinenses participaram da atividade entre os dias 04 e 06 de agosto, em Lages. Dentre elas, sete da Diocese de Criciúma: Pe. Joel Sávio e Pedro Manoel da Silva (Coordenação Diocesana de Pastoral), Marcos Tramontin (Setor Juventude), Neca Dagostin (Pastoral Social), Roberto Macedo (Grupos de Famílias), Ir. Janaína (Conferência dos Religiosos) e Márcio Campos Neves (delegado de Polícia Civil).

Algumas das outras propostas sugerem diálogo com entidades sociais, a edição de subsídios sobre a realidade do trabalho escravo e tráfico em Santa Catarina e a exigência para que o Poder Público crie o Comitê de Enfrentamento ao Trafico de Pessoas em Santa Catarina.

Combate difícil
Uma das dificuldades para o enfrentamento do tráfico de pessoas é a falta de dados estatísticos e a existência e as chamadas “cifras negras”, indicou Tania Laky, investigadora do Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre Identidade da PUC São Paulo, que contribuiu com as reflexões. “Cada órgão público apresenta números muito diferentes”, disse.

Em seu livro mais recente, “Tráfico Internacional de Mulheres: Nova face de uma velha escravidão” (Ed. Max Limonad), utilizado no texto-base da CF 2014, ela aborda a exploração sexualidade, uma das faces mais conhecidas do tráfico de pessoas, mas que também atua na remoção de órgãos e tecidos, trabalho escravo e casamento servil. Apesar de não existirem dados precisos, estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU) indicam que cerca de quatro milhões de pessoas são vítimas das redes do tráfico de seres humanos por ano no mundo.

O delegado de Polícia Civil em Criciúma e professor de direito penal na UNISUL, Márcio Neves, apresentou um panorama sobre o combate a este tipo tráfico do ponto de vista jurídico e policial. Segundo ele, as ações da polícia “ainda são mais lentas que a ação dos criminosos”. “Para acompanhar os rastros é preciso estrutura e viagens, que dependem de autorização superior porque envolve pagamento de diárias”, explicou. Isso limita a obtenção de provas, já que as ações dos traficantes transcendem fronteiras estaduais e nacionais.

Elenice Alves da Silva, cujo filho desapareceu em Foz do Iguaçu, PR, em 1980, aos quatro anos de idade, comemorou a escolha do tema a próxima campanha, em um testemunho pessoal. Integrante de um grupo de familiares de pessoas desaparecidas, em Florianópolis, suspeita que seu filho tenha capturado para o tráfico internacional. Vários catarinenses, encontrados em Israel recentemente, estão entre os cerca de 10 mil brasileiros traficados para países europeus e para aquele país nos anos 1980. Elenice avaliou que “igreja estava omissa em relação ao tema”, mas agora campanha pode ampliar o combate ao crime.

Ir. Maria Aroni Rauen pediu que, de fato, “Um grito pela vida” seja apoiado em SC. Ela destacou que SC é um dos únicos locais em que a rede não foi instalada. Aroni sugeriu que o assunto seja abordado nos órgãos do regional, como o Conselho Regional de Pastoral. A CRB irá discutí-lo em uma reunião no dia 06 de novembro.

Fundo Nacional de Solidariedade
Como a pesquisadora Tânia identificou em suas investigações, a maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. Uma das ferramentas que podem ajudar neste ponto, é o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS).

Padre Roque Favarin, secretário-executivo da Cáritas Regional Santa Catarina, explicou que além de projetos produtivos de economia solidária, o FNS financia projetos de mobilização para conquista e efetivação de direitos e projetos de capacitação e formação. Metade do dinheiro investido em projetos produtivos recebe contrapartida do do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) graças a um convênio com a instituição.

As doações feitas no Domingo de Ramos, que encerra a Campanha da Fraternidade, formam o fundo, das quais 60% ficam nas dioceses. Em 2014, os projetos que orientados para o combate ao tráfico de pessoas poderão beneficiar-se. Em 2013, a arrecadação superou 5 milhões de reais que financiaram projetos entre 10 a 50 mil reais, relacionados à juventude, tema da campanha desde ano.

TEXTO: Marcelo Zapellini - CNBB Sul 4